últimos anos de vida, tendo falecido em 21 de agosto de 1614.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
As 10 Maiores Serial Killers Femininas Da História
últimos anos de vida, tendo falecido em 21 de agosto de 1614.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
São Paulo recebe exposição de Tim Burton em 2016
Depois do grande sucesso da exposição Castelo Rá-Tim-Bum, o Museu da Imagem e do Som (MIS) pretende atrair um grande público mais uma vez. Com estreia prevista entre janeiro e abril de 2016, o centro de exposições deve receber as obras do cineasta Tim Burton.
A abertura da mostra será feita pelo próprio diretor, que confirmou presença em um contrato fechado com o MIS. Tim Burton ficou conhecido por ser criativo e dirigir filmes como " Edward Mãos de Tesoura" , "O Estranho Mundo de Jack", "A noiva cadáver" e "Alice no País das Maravilhas". Assim como as exposições Stanley Kubrick e David Bowie - sucessos de público - que foram trazidas de importantes instituições internacionais, "Tim Burton : A exposição ", iniciada no MoMa em Nova York, será adaptada para o público brasileiro.
A megaexposição contará com 700 obras, entre bonecos,pinturas e storyboards. E apresentará ao expectador momentos importantes de toda carreira do cineasta
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Projeto Sarau com Lucas Lopez acontece nessa quinta-feira
Lucas Lopez é cantor, compositor e músico tendo iniciado sua carreira artística muito cedo, aos 14 anos participando de circuitos universitários. Desde então participado ao lado de bandas e artistas locais em circuitos oficiais da SECMA e FUNC-MA, além de apresentações em circuitos carnavalescos e juninos do interior do estado, e apresentações em associações como ELETRONORTE, AABB, ABEM,etc.
Como interprete adquiriu influências com grandes nomes da MPB e do Rock nacional como Legião Urbana, Cassia Eller, Frejat e Cazuza. Atualmente Lucas Lopez está com uma agenda voltada ao voz e violão com repertório de clássicos do rock oitentista e MPB.
O projeto Sarau surgiu em 2012 com objetivo de divulgar artistas maranhenses para grande público, a partir de uma ambientação para voz e violão. A capacidade é para 50 pessoas, couver artístico é R$10,00.
sexta-feira, 11 de julho de 2014
Moda gótica versus moda metal
Isso se deve as heranças hard rock do metal. Bandas como Black Sabbath já adotavam um visual mais parecido com o que se vê hoje. Mesmo sem ser algo exagerado, essa concepção foi levada adiante.terça-feira, 1 de julho de 2014
Rock gótico: o desalento na cultura pop
Rock gótico: o desalento na cultura pop
Em 1976, Joey Ramone cantava que já não se importava nem com este mundo nem com aquela garota. “I Don’t Care” era uma letra minimalista cantada melancolicamente sobre acordes furiosos. O desalento punk dos Ramones era sinal de que há algum tempo parte dos adolescentes já não via o mundo de uma forma colorida e otimista. A canção jovem precisava expressar essas novas percepções do mundo. E ela fez isso de diferentes maneiras. O movimento dark ou gótico foi uma delas.Divulgação Nos anos 80, o The Cure transformou as angústias adolescentes em belas canções, entre elas algumas das melhores que o rock gótico já criou |
O rock gótico foi um dos primeiros filhotes do punk no final dos anos 70. Numa época em que a disco music festiva e descompromissada dominava as paradas de sucesso, uma vertente do rock com canções introspectivas, letras que expressavam angústias e uma visão sombria da sociedade e trágica dos relacionamentos amorosos surgiu no Reino Unido. Bandas como Siouxsie and the Banshees e Bauhaus misturaram efeitos eletrônicos, uma repetitiva e onipresente bateria e vocais dramáticos para cantar sua visão pessimista do mundo.
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"Bela Lugosi's Dead", considerado o marco inicial do rock gótico |
Muitos críticos consideram o lançamento do disco “Bela Lugosi’s Dead”, do Bauhaus, em 1979, o marco inicial do rock gótico. O estilo logo ganhou adeptos e nos anos 80 despontaram bandas como The Jesus and Mary Chain, Sisters of Mercy e aquela que é considerada uma das mais expressivas e bem-sucedidas do gênero, o The Cure, apesar do grupo ter uma produção musical que vai bem além do estilo.
Divulgação Siouxsie Sioux |
As principais características do rock gótico surgiram logo nos primeiros dias do punk britânico, inspiradas no “faça você mesmo”, no niilismo e na agressividade visual e sonora preconizados pelo punk. Só que com uma predileção por temas que misturam obsessão pela morte, romantismo macabro e sadomasoquismo. Parte das raízes do rock gótico estava também no glam rock dos anos 70, de David Bowie e Roxy Music, e no rock alternativo de Nova Iorque do final dos anos 60, como o do Velvet Underground. Visualmente, roupas pretas, muitas de couro no mesmo estilo sadomasoquista do punk, e maquiagens faciais de aspecto fúnebre identificavam os admiradores do gótico.
Várias culturas e movimentos artísticos influenciaram o fenômeno. Uma das mais importantes foi a tradição literária do Romantismo do “mal do século” que teve seu expoente com Lorde Byron, mais de uma centena de anos antes na Inglaterra. Também elementos das antigas culturas egípcia e celta, da mitologia cristã, do surrealismo e do dadaísmo, citações de perversidades sexuais e de histórias de vampiros, futurismos cibernéticos e a filosofia de Nietzsche compuseram uma colagem de referências presentes nas canções góticas.
O gótico emplacou diversos sucessos que viraram clássicos da cultura pop como “Lullaby” e “Lovesong”, do The Cure, e “Christine”, de Siouxsie and the Banshees. As influências da atmosfera do dark estão presentes também em canções clássicas de bandas que não pertenciam ao movimento como em “She Lost Control”, do Joy Division, ou “Suffer Little Children”, dos Smiths. A herança gótica avançou pela década de 90 influenciando bandas como Type O Negative e Nine Inch Nails, entre outras.
Reprodução "Disintegration", do The Cure, é considerado pela crítica um dos melhores discos da banda e da história do rock |
A cena gótica se diluiu na virada dos anos 80 para os 90, mas os sentimentos de rejeição, solidão e desilusão que atingem parte dos adolescentes não. E a música pop continuou a tê-los como temas principais em movimentos como o grunge e as canções de Nirvana, Pearl Jam e companhia. Mas, apesar de tocar nos mesmos problemas, o grunge não agradava a uma parcela da juventude que tinha mais afinidade com os valores e a visão do mundo que o rock gótico trazia.
A subcultura gótica foi um caminho que muitos jovens com uma sensibilidade mais romântica encontraram para lidar com as dificuldades emocionais da adolescência, com a crescente complexidade do mundo a sua volta e com a percepção negativa do futuro. Enquanto esses fatores, que podem ter contribuído para o sucesso do gótico como uma das mais duradouras subculturas jovens, persistirem, uma parte dos jovens buscará na cultura pop canções que expressem essa sensação de desalento e que de alguma forma os ajudem a se sentir menos sozinhos.
Conheça dez álbuns essenciais para uma discoteca inicial de rock gótico: Bela Lugosi’s Dead (1979) – Bauhaus Closer (1980) – Joy Division Seventeen Seconds (1980) – The Cure Juju (1981) – Siouxsie and The Banshees Pornography (1982) – The Cure Nocturne (1983) – Siouxsie and The Banshees First and Last and Always (1985) – Sisters of Mercy Psychocandy (1985)– The Jesus and Mary Chain Disintegration (1989) – The Cure The Downard Spiral (1994) - Nine Inch Nails |
Filme O Retrato de Dorian Gray Download - Atualizado
Introdução sobre O Retrato de Dorian Gray
Numa época de desencanto, um jovem e belo aristocrata inglês teve seu retrato pintado por um amigo artista. Ao olhar a perfeição da figura ali retratada, ele se deu conta pela primeira vez da sua extraordinária beleza.
Ao mesmo tempo, percebeu também que o tempo seria implacável e que,
em alguns anos, o que era belo se tornaria decrépito. Mas, a pintura imortalizou aquele momento e o que ele não faria para que, em vez de seu corpo, fosse aquela imagem no quadro que envelhecesse e recebesse todas as mazelas que a vida lhe tinha reservado.
Ele estabeleceu, então, uma estranha relação com seu retrato e num pacto que remete ao “Fausto”,
de Goethe, trocou sua alma pela beleza eterna.
Esse jovem chamava-se Dorian Gray.
Divulgação / Momentum Pictures |
Dorian Gray: jovem aristocrático cuja consciência da beleza física ao vê-la retratada em um quadro e a tentação de mantê-la eternamente acabam por corrompê-lo. Sob a influência de Lorde Wotton passa a perseguir todos os prazeres possíveis não importando se são imorais ou sórdidos. Basil Hallward: artista plástico que torna-se amigo de Dorian ao conhecê-lo numa festa. Obcecado pela bela figura do jovem aristocrata o acaba retratando num quadro que torna-se sua obra-prima. Lorde Henry Wotton: aristocrata amigo de Basil, é um ferino crítico da hipocrisia e do moralismo da era vitoriana. Ao conhecer Dorian o seduz com sua visão de mundo cínica e hedonista. Sibyl Vane: atriz jovem e talentosa por quem Dorian se apaixona. Sua condição econômica é precária e sua paixão pelo jovem aristocrata acaba comprometendo sua performance nos palcos. |
A obra mostra a inquietação de Wilde em relação à hipocrisia da era vitoriana na Inglaterra. Uma época marcada pela prosperidade econômica e pelas péssimas condições de vida para boa parte dos trabalhadores, que tinha o puritanismo convivendo com uma ampla tolerância à prostituição, que assistia à inovação artística vinda de obras como “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll, ao lado do sucesso popular de shows sobre fenômenos paranormais. No ensaio “Oscar Wilde: o esteta e o mascaramento do corpo”, Stella Maria Ferreira mostra que, no desenrolar da narrativa sobre Dorian Gray, o escritor faz a inversão de todos os valores abraçados pela sociedade da época.
Divulgação / Momentum Pictures Cena de "Dorian Gray", dirigido por Oliver Parker, com Colin Firth (à esquerda) como Lorde Wotton e Ben Barnes como Dorian Gray |
“O Retrato de Dorian Gray” foi publicado em 1891. Na obra ficam evidentes as influências do romance gótico e das ideias do decadentismo. O pacto fáustico de Gray em busca da eterna aparência de beleza e juventude, seu processo de auto-destruição e passagens homoeróticas retratadas no livro alimentaram várias críticas na época que o acusaram de ser “imoral”. Wilde respondeu a elas defendendo a amoralidade da arte. No prefácio do livro, Wilde expõe sua filosofia. Em suma, para ele, o propósito da arte é não ter propósito, uma declarada afronta à mentalidade vitoriana que pensava a arte como instrumento de educação social e de “elevação moral”. A influência de “O Retrato de Dorian Gray”, com sua temática da supremacia da juventude e da beleza e da superficialidade da sociedade, tem alcançado várias linguagens artísticas, do cinema à música pop, desde o seu lançamento.
“O Retrato de Dorian Gray” já ganhou várias adaptações para o cinema. Em 2009 estréia na Europa a versão com direção de Oliver Parker (“Eu Realmente Odeio Meu Trabalho”, “A Importância de Ser Honesto”), um diretor especializado nas adaptações das obras de Oscar Wilde para as telonas. O filme traz Ben Barnes (“As Crônicas de Nárnia”, “Stardust”) no papel de Dorian Gray, Colin Firth como Lorde Henry Wotton, Ben Chaplin como Basil Hallward e Rachel Hurd-Wood como Sibyl Vane.
Biografia de Oscar Wilde
Reprodução Retrato do escritor Oscar Wilde |
Nos anos em Oxford, o gênio e a personalidade de Wilde floresceram. Ele se destacou como um dedicado estudioso, um devotado esteta defensor da “arte pela arte” e um inspirado poeta, que ganhou o prêmio Newdigate com seu poema “Ravenna”. No começo dos anos 1880, Wilde estava residindo em Londres e estabeleceu-se nos círculos literários locais onde desfilava sua inteligência, elegância e extravagâncias. Após a publicação de “Poemas”, em 1881, obra na qual reforçava sua ligação com o esteticismo, ele partiu para uma série de palestras nos Estados Unidos e no Canadá. Vestido com suas jaquetas de veludo, meias negras de seda e calças curtas tipo corsário, Wilde passou um ano provocando a indignação da imprensa com sua postura lânguida e hedonista e discursando sobre a supremacia da beleza e da arte para o público da América do Norte.
Reprodução Capa de edição em inglês de "O Retrato de Dorian Gray" |
No começo da década seguinte Wilde produziria sua obra-prima e um dos mais importantes livros de todos os tempos. “O Retrato de Dorian Gray” foi publicado originalmente na Lippincott’s Magazine, mas foi revisado e ampliado em 1891 ganhando seis capítulos antes de ser lançado como livro. No mesmo ano, ele voltaria a mostrar sua extraordinária criatividade com o lançamento das obras “Crime de Lorde Arthur Savile e Outras Histórias” e “A House of Pomegranates”.
Wilde inciou também uma fecunda e bem-sucedida produção de dramaturgias. Entre as peças de maior destaque estão “Salomé”, “Uma Mulher Sem Importância”, “Um Marido Ideal” e “A Importância de Ser Honesto”. A sátira à hipocrisia da era vitoriana era um dos seus temas prediletos nas comédias que escreveu. Os sucessos das corrosivas críticas de Wilde à sociedade e sua incansável perseguição aos prazeres da vida lhe renderiam muitos inimigos. Um deles foi o Marquês de Queensberry, pai de Lorde Alfred Douglas com quem Oscar Wilde havia estabelecido uma íntima amizade desde 1891. O Marquês acusou Wilde de sodomia e o escritor resolveu processá-lo por difamação. Isso, no entanto, mostrou-se uma estratégia equivocada. O processo revelou evidências de uma vida sexual polêmica para a época e resultou em novas acusações e no julgamento de Wilde. Condenado, devido a suas opções sexuais, ele passou dois anos cumprindo pena de prisão com trabalhos forçados em Reading Gaol.
Reprodução Versão para o cinema da peça "A Importância de Ser Honesto", escrita por Oscar Wilde |
As péssimas condições do presídio lhe deixaram graves sequelas. Ao ser libertado rumou para Paris. Durante o processo e a prisão, ele caiu em desgraça, perdendo seus bens, o apoio da família e suas obras foram recolhidas. Sua tentativa de voltar a ser um brilhante escritor esbarraram em sua precária condição financeira, no vício pelo absinto que adquiriu na capital francesa e numa morte repentina causada por meningite em 30 de novembro de 1900.
Ravenna (1878) Poemas (1881) O Príncipe Feliz e Outros Contos (1888) The Decay of Lying (1889) O Retrato de Dorian Gray (1891) Os crimes de Lorde Arthur Savile e Outras Histórias (1891) Intentions (1891) Salomé (1891) The House of Pomegranates (1892) O Leque de Lady Windermere (1892) Uma Mulher Sem Importância (1893) The Duchess of Padua (1893) The Sphinx (1894) Um Marido Ideal (1895) A Importância de Ser Honesto (1895) A Balada do Cárcere de Reading (1898) |























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